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Origem: Austrália
Nome científico: Archontophoenix cunninghamiana
Nomes populares: Palmeira real, palmeira real australiana, palmeira australiana, palmeira alexandra, palma alejandra, seafórcia.
Características
A palmeira australiana é bastante comum no Brasil, principalmente por suas qualidades ornamentais. De porte elegante, seu estipe geralmente é único, anelado, alcança de 15 a 20 metros de altura e cerca de 20 cm de diâmetro.
Folhas: são pinadas, longas, com ráquis curvada e folíolos lanceolados, rígidos, acuminados e verdes.
Palmito é longo e visível, recoberto pelas bainhas foliares, de cor verde clara. A inflorescência surge logo abaixo do palmito e tem cerca de 1 m de comprimento. Ela é do tipo espádice, pendente, dividida em numerosas espigas com ramificações fortes e uma espata esverdeada que se desprende da planta com o amadurecimento das flores.
Flores: são brancas a violáceas e atraem abelhas, principalmente arapuás.
Frutos: são drupas esféricas e vermelhas, o que atrai os passarinhos.. Da mesma forma que outras palmeiras, a seafórtia possui uma beleza tropical a qualquer jardim, mas a diferença é que cresce muito mais rápido se comparada a outras espécies.
Utilidade: É amplamente utilizada no paisagismo urbano nas grandes cidades brasileiras. As aves mais atraídas pela planta são: psitacídeos, sanhaços, sabiás e bem-te-vis, entre outras.
É uma palmeira que está sendo cultivada também para a produção de palmito, com excelente produtividade e qualidade. A fácil propagação, pode torna-la invasiva nos locais onde é cultivada.
Observações Importantes
A palmeira real tem um valor socioeconômico em sistemas de cultivo, porém não possui importância ecológica nativapara a Amazônia, devendo seu manejo ser cuidadoso para evitar impactos negativos em áreas de preservação. As palmeiras nativas, sim, são vitais para o bioma como: açaí, pupunha, tucumã e buriti.
